domingo, 22 de novembro de 2009

Lista de presentes.

Galera


Como muitos sabem, meu aniversário ta chegando. É no próximo dia 28/11. Muitas pessoas me mandam mensagem do que eu gostaria de receber e tal. Eu, pra fazer papel de bom moço que sou, sempre respondo com um:

- Ahhh, não precisa.....Brigado.

E realmente não precisa. Mentira. Sério, não precisa mesmo. Mentira. Maaaaaaaaaaas caso você ache que precise, vou facilitar sua vida com........


LISTAS DE PRESENTES COM TUDO AQUILO QUE QUERO MUITO.



1- Óculos do Chaves

Eu sempre quis ter. Nunca me deram. Vai que agora rola. Tinha inveja dos meus amigos que falavam a frase: “nossa, tomar leite morno é animal porque a bebida passa quentinha no seu rosto”


2- Paz mundial


3-Débora Secco

4-Ventilador Arno 4 velocida
des

5-DVD Maurício Meirelles Live in Madison Square Garden

6- Cinco fluidos atrativos Pega Mulher

7- Dois hamburgueres

8- Alface

9- Queijo, molho especial

10- Cebola, picles, um pão com gergelim

11- Botafogo fora da zona do rebaixamento


12- Um chiclete, um clipe e um barbante


O Mcgyver conseguiu salvar o mundo com isso. Deve ser importante.

13- Vale Presente na loja da Ferrari

14- Ornitorrinco

15- Ligação do Barack Obama

16- Apple

17- Jogos para Playstation 5

18- Playstation 5

19- Um apê

20- Quatro cabeças de gado *


*Já me deram. não precisa mais


21- Molejo do Michael Jackson

22- Monalisa *

*Já me deram. não precisa mais


23-Sarcófago bizantino s/ múmia


24- Twitter de bolso. Ta, pode ser um blackberry

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Desculpa a ausência.

Eaeeeeee pessoal. Sei que faz tempo que não apareço por aqui no blog. Até o Belchior esses dias apareceu por aqui para comentar e eu não. Mas acontece que tô muito ocupado com o fato de não fazer nada. Exatamente: o não fazer nada é uma filosofia que cansa bastante. Daí a ausência.

Vou explicar. Este mês de setembro tem sido o primeiro em 6 anos que deixei todas minhas obrigações de lado e segui em busca daquilo que acredito: virar milionário sem fazer porra nenhuma o dia todo. Depois de variadas tentativas, vi que não rolou e to voltando a tomar vergonha na cara. Daí atualizar o blog.

Sou formado em publicidade e meus últimos anos foram pauleira no quesito trabalho. Devido aos shows e projetos que tenho entrado ultimamente, ficou bem complicado conciliar qualquer coisa com essa vida de virar noites, sacrificar finais de semana, se alimentar mal. Ou seja, tava difícil conciliar qualquer coisa com o “trabalhar em uma agência de propaganda”.

E desde que saí, to vivendo uma vida muito louca. Ser dono dos seus próprios horários é algo muito bacana, mas ao mesmo tempo bem tentador. Quando você começa a pensar: depois que acabar Malhação eu atualizo o blog, é sinal que os horários é que são donos de você.

Graças ao bom pai, to com uma média legal de shows mensais. Contando eventos e participações pelo país, to quase completando 1 show por dia. Nas últimas duas semanas, por exemplo, estive em São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Curitiba e Ribeirão Preto. Por sinal, essa última cidade merece destaque especial. Fiz La com A Divina Comedia e o Marco Luque um dos melhores shows: uma platéia de quase 1200 pessoas. Resumindo, larguei meu trabalho só na teoria, porque na prática trabalhei como uma prostituta durante várias noites seguidas. Claro que isso é uma metáfora: no tempo livre, as prostitutas malham pra caramba. Isso nem eu fiz.

Depois de anos trabalhando sem férias, eu queria experimentar esse tal de ócio criativo vespertino. Sinceramente? Curti não. Única coisa que desenvolvi nesse meio tempo foi uma ferida de tanto eu ficar coçando. Agora to desenvolvendo uma cacetada de projetos, motivo pela qual eu resolvi dar um tempinho nas minhas atividades publicitárias. Bem em breve vocês verão o que vai rolar de novidade. Enquanto isso, dou uma explanada melhor de 3 coisas que eu fiz quando não queria fazer nada. E antes que você reclame de eu postar só 3, já argumento: mais que isso eu já taria começando a fazer coisa demais.


1- Saí do MSN.

Enquanto você trabalha, o MSN é genial. Você se sente saindo um pouco do seu ofício para dar uma papeada. É algo meio subversivo. Você está contra o sistema. Quando você ta em casa, o efeito é o contrário. Dá uma coisa ver que metade da sua lista ta online trabalhando pra caramba e você ta de pijama as 3 da tarde. Esse tipo de coisa me fomenta a trabalhar. Mais dois dias no MSN a tarde e juro que eu ia no SEBRAE abrir uma empresa.

2- Não cozinhei

O ócio criativo realmente tem que ser levado a sério. Não dá pra eu querer ser ocioso e fritar bife. Por isso, antes de largar meu emprego eu consegui o máximo de permutas possíveis para o meu show. Todo dia um restaurante apoiador me abriga gratuitamente para uma alimentação bacaninha e que não precise do meu esforço pra nada. De preferência sem ser Buffet, que é pra eu não levantar e me servir.


3- Dormir

Se todo mundo gosta de viver um sonho, nada melhor do que tentar chegar nele dormindo, certo? Dormi tanto que chegou uma hora que eu não sabia distinguir qual dos dois mundos era a minha realidade. Pô, uma hora eu tava num mundo em que um Sundae andava de bicicleta voadora. Outra hora eu tava num mundo em que o Sarney ainda tava em Brasília. Pra mim era tudo muito irreal.



Agora ferrou. Descobri que de criativo o ócio não tem nada. Mãos a obra pois tenho ate 2010 pra comprar a Polônia. ( É segredo, não conta pra ninguém.)

terça-feira, 28 de julho de 2009

PARE DE SE LEVAR TÃO A SÉRIO.


Hoje em dia estamos vivendo a era do politicamente correto. Do cuidado com o que fala, do cuidado com o que escreve, do “vamos todos ficar certinhos e dar exemplo”. Não sei quando isso começou a virar regra, só sei que desde então o mundo ficou muito chato. Tão chato que pra essa opinião aqui resolvi reler o texto inteiro umas 5 vezes pra não ser mal interpretado.

Sim, pessoas adoram interpretar coisas erroneamente. Parece ser mais fácil criar novos significados maliciosos do que apenas ser literal na mensagem. Peraí, vamos entender melhor: politicamente correto é quando você tenta minuciosamente encontrar brechas pra ferrar alguém? Contraditório, né? Ou seja, ser politicamente correto é deixar a polêmica sempre ganhar do bom senso.

Aliás, esse termo já começa errado. Num país onde os políticos roubam descaradamente, fica difícil associar essa palavra a algo correto. Talvez por isso ninguém entenda o termo muito bem e apenas o sai executando. Afinal, o intuito é só achar polêmica, lembra?

Falo isso porque recentemente o Danilo Gentili, amigo meu e humorista, fez um comentário que teve “interpretações” racistas. Não vim aqui avaliar o teor da frase - que na minha opinião não foi nada maliciosa – mas sim comentar a consequência que isso gerou.

Sei que é assunto delicado brincar com raças. Tenho total noção do quanto isso representa para a história de um povo. Mesmo que o Danilo não tenha feito isso, citar uma raça numa frase já é motivo pros politicamente corretos de plantão ficarem alertas, procurando as suas brechinhas. Gostaria muito de viver num mundo em que os negros não tivessem sofrido tanto. Assim viveríamos num mundo igual. Inclusive nas brincadeiras. Mas isso não dá pra mudar.

Assim como não dá pra mudar o fato das mulheres terem sofrido tanto para atingir o merecido lugar que hoje estão. Portanto, também não mereceriam brincadeiras, certo?
Se você ri quando alguém brinca que MULHER não sabe dirigir e adere ao politicamente correto, então você é hipócrita. Pra ficar mais “correto” , vamos parar de brincar com Mulheres também. Elas também sofreram muito.

Gays então nem se fala. Não se brinca com uma comunidade que luta até hoje para conquistar seus direitos. Mas e se essa brincadeira serve para agregar todos ainda mais ? Não importa, é proibido.

Religião? Tá maluco? Qualquer menção a judeu e você vai preso. Aliás, escreveu judeu na frase acima, já é motivo pra processo. Então vamos evitar.

Brincar com características físicas? Não, isso é brincar com a diferença das pessoas. Se você brinca que seu amigo é narigudo e adere ao politicamente correto, então você é hipócrita. Mesmo que você seja gordo e esteja esperando uma resposta divertida? Não pode. Evite.

Sobrou brincar com o quê? Regionalismos? Não, o nordeste é sofrido também. Ahh, piada de gaúcho? Tá maluco, eles sofreram com a Revolução Farroupilha. Mineiro? Não se brinca com alguém que participou da Inconfidência. Vamos brincar com os cariocas?? Esquece, eles sofreram muito com os portugueses no final do século passado.

Pôxa, então vamos brincar com os portugueses. Hmmmmm… melhor não. Eles sofreram preconceito como colônia aqui no Brasil. Sem falar que na Europa, milhares morreram nas mãos dos franceses.

Esquece regionalismo. Vamo brincar com o futebol, que é paixão nacional. Mas com cuidado. Se ganharmos a Copa não podemos fazer chacota, por exemplo, com os franceses. Eles tiveram muitos problemas no passado com os ingleses…muitos morreram, melhor não brincar.

Vamos brincar então com as crônicas do dia. Falar de relacionamentos? Que tal? Hmmm, se bem que pega mal falar sobre isso numa época em que 76% dos casamentos acabam em divórcio. Acaba sendo um tema chato, né?

Celebridades? Não, expõe demais ao ridículo.

Políticos? Não se brinca com coisa "séria".

Vamo fazer piada de papagaio? Não, eles sofreram com o Ibama.

Piadas com ninjas? Não, a associação de ninjas do Brasil pode reclamar.

Mesas? Cadeiras? Posto de gasolina? Médicos? Trânsito? Ursos? Lixeiros? Não, alguém pode acabar saindo ofendido.

Então pra não ter mais problema, que tal evitar brincar com a vida? A gente poderia se levar cada vez mais a sério. Rir menos, se divertir menos, dividir menos mesas em bares. Por um lado seria mais “politicamente correto”, mas por outro a gente ia começar a sofrer pra caramba.


Ps: Facilitei a vida dos politicamente corretos de plantão e já destaquei os termos que poderiam gerar polêmica.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Dicionários.

A nossa lingua tem milhares de palavras. Que unidas a outras milhares, formam milhões. Que unidas com algumas de radical estrangeiro formam outras bilhões. Que unidas a 4 copos de cerveja não fazem a gente entender porra nenhuma. Por isso, para compreender melhor o que estamos falando, alguém com muito saco foi lá e criou o dicionário.

Lá temos a reunião de todas as palavras já inventadas na nossa língua. Quer dizer, quase todas. Não encontro, por exemplo, termos como “fudeu”, muito utilizado e apreciado por mim. Mas encontro palavras como “celeuma”, “inócuo” e “Brisaliantar”, esta última inventada agorinha mesmo e que passaria numa boa se eu não avisasse. Ou seja, pra quê tanta palavra? Pra brincar de Arnaldo Antunes e criar frases divertidas? A razão pra existir tanta palavra é uma só: existir os dicionários.

Pense: se as palavras são as mesmas, por que alguns dicionários vêm com milhares a mais? Eles fazem uma competiçãozinha pra ver quem ganha?

- Aí Aurélio, a gente precisa ter mais palavras que o Michaelis. Coloca aí “UABAUABA”
- Mas o que quer dizer?
- Sei lá, meu filho de 2 anos que falou isso ontem. Coloca como interjeição de medo.

E outra: qual o critério de seleção das palavras? Por que algumas não entram?

- Olha, não acho legal colocar essa palavrinha aqui: “Zumbiritar”. É uma palavra sem apelo comercial, sabe? Vai ficar lá no final, ninguém vai reparar. Vamos pensar numas opções com “R”? Elas aparecem mais fácil em cruzadinha.

Aliás, se tem uma coisa que odeio é intelectual de cruzadinha. O cara que só começa a falar bonito depois que aprendeu meia dúzia de palavras novas na revistinha Coquetel Nivel Médio. Que da noite pro dia, olha pra você e solta:

- Maurício, você não está imbuído no projeto.

Daí você não pode mostrar que não conhece o termo, responde:

- Tô SIM!!

Só que sem fazer ideia do que se trata. Aí sim o dicionário passa a ter função: você vai descobrir o significado da palavra. Ou tentar.

Você leva alguns minutos procurando até que o dicionário te explica direitinho o que “imbuido” significa. Você lê e tá escrito:

-Imbuido: o ato de imbuir.

Muito revelador. Daí você procurar Imbuir e tá lá:

- Imbuir: aquele que almeleia.

Daí você não sabe o que significa almeleia. Horas pra achar e tá lá:

- Almeleia: o mesmo que borigodofa.

Eles inventam as palavras pra você percorrer o dicionário inteiro. Por isso que tem o nome de alguém: Michaelis, Houaiss, Aurélio. É quem inventou as palavras. São autores. Dessa forma é fácil, pô.

- Are baba: aquele que are babeia.

Fica sempre naquela gincaninha. Página 278, página 236, página 45. Só faltou no meio ter uns patrocínios. Daí depois que você rodou o dicionário inteiro, chega na última palavra e lê:

- Zwalaléia: procurar imbuido.

Pior são os dicionários inglês-português pois, além de tudo, ainda são arrogantes. É mais ou menos um Aurélio que estudou na Wizard. Nunca falam a palavra óbvia. Gostam de mostrar que manjam um inglês Shakesperiano.

Todos sabemos que bonito é beautiful. Mas pro dicionário, não. Bonito é Sbrubbles. Quase como se você estivesse em Londres falando.

- Mas esse lugar aqui é deveras pitoresco, hein?

Nem um londrino sabe o significado de pitoresco. Imagino ele pegando o dicionário pra descobrir e ler:

-Pitoresco: procurar imbuído.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Os Programas.

Isso daqui não é muito bem um texto ou crônica. É mais uma observação que tive nesses dias analisando nossa rica- não culturalmente falando- programação de TV.

Ás vezes os nomes dos programas são mais legais que o próprio. Tanto que uns não tem nada a ver com o conteúdo e se dariam melhor como título de outro programa. Vamos aos Exemplos:


-Fantástico. O que é Fantástico? O Maurício Kubrusly no interior do Piauí entrevistando o artesanato local? Fantástico devia ser o programa da Maísa, que ela humilha o patrão em rede nacional e ele ainda sai sorrindo.



-Malhação. Pô, faz 15 anos que não tem uma academia por lá. Prova disso que o Mocotó tá obeso apresentando o Video Show. Malhação devia ser qualquer novela das 7, onde os mocinhos são malhadões sem camisa.



-Assim como ROLETRANDO devia ser qualquer novela das 8, onde os mocinhos são mocinhas.


-Pra Malhação não ficar sem nome, seria Uma Escolinha Muito Louca. Porque só assim pra justificar os alunos terem 25 anos, ainda estarem na 5ª serie e todo semestre uma aluna aparecer grávida.



-Globo Repórter devia se chamar Vale a Pena Ver de Novo. Afinal, é sempre o mesmo tema há mais de 10 anos. Pensando melhor, devia se chamar PANTANAL.



-O programa do Datena, Brasil Urgente, que só mostra sequestro, assassinato e acidente devia ser Pânico na TV.



-O Cine Privê devia ser mais direto e se chamar Sábado Animado.



-O Mothern da Gnt devia ser o A noite é uma criança, da Band pois mostra muito bem o que é passar a noite toda acordado fazendo uma dormir.



-Jogo Aberto é o BBB.



-O Domingão do Faustão seria A tarde é sua. Que é o tempo que o apresentador leva no domingo homenageando alguém.


-24 horas
seria o Chaves, que passa o dia inteiro, em todos os horarios do Sbt.



-15 minutos
é qualquer Jogo da Seleção. No caso, a duração assistida até ele ficar entediante.



-Falando na MTV, qualquer parada-Top-alguma-coisa devia se chamar Superpop.



-Que, por sua vez devia ter outro nome. Afinal, como um programa que só mostra mulheres seminuas se vendendo pode se chamar SUPERPOP? Qual o sentido? Devia ser Topa Tudo por Dinheiro.


Tem mais?


Maurício Meirelles.
(Ou seria O APRENDIZ?)

quinta-feira, 26 de março de 2009

Simulação de incêndio

Na minha história de vida, nunca vi algo tão estúpido quanto uma simulação de incêndio. Acabou de acontecer uma no lugar onde trabalho. É tão ridículo que eles avisam antes por email:

“ As 11:50 teremos um treinamento contra incêndio”

Pô, se é pra simular o negócio, pegue a gente desprevinido. Ficaria mais real, não? Você lá trabalhando do nada e de repente passa um bombeiro correndo, berrando, com um cobertor. Do nada passa uma senhora cheia de graxa na cara com um bebê no colo chorando. Daí toca o alarme, caos, terror e tudo que uma simulação de incêndio teria direito. E você ali se desesperando em vez de pensar duas vezes se vale a pena ou não desligar o MSN. Mas não, mandam um email. Como se no dia que isso realmente fosse acontecer alguém mandasse um email:

-Galera, vou fumar um cigarro no carpete as 11:45. Provavelmene as 11:56 o negócio vai pegar fogo.

Daí o que consiste essa simulação de incêndio? Eles colocam três ou quatro funcionários com um colete e uma função: falar na maior calma do mundo os seguintes termos

-Genteee, incêndio. Temos que descer, sabia?

Aí eles apontam para a escada, você desce 14 andares de um prédio conversando tranquilamente com o pessoal da firma e acabou. Fim. É isso. Fim da simulação. Ela só existe pra um cara dizer que você tem que ir pelas escadas. Só. Será que se não tivesse ele eu ia ficar 50 minutos desesperado apertando o botão do elevador e pensando:

- O elevador não chega. Como vou fazer pra sair daqui? Vou ter que pular a janela?

Acho que isso daí tava mais pra simulação de trabalho: fingir que tá fazendo alguma coisa.

Durante o treinamento, quatro perguntinhas passaram pela minha cabeça num dia que realmente tivesse um incêndio.

1) Será que todo mundo desceria sem pisotear o colega? Lembrando que ao seu lado está seu chefe

2) Confio muito na dedicação da brigada de incêndio do primeiro andar. Mas e na do 14º onde trabalho? Eles iam mesmo esperar todo o prédio descer pra depois descer em seguida?

3) Você acabou de sair de um incêndio. Prédio pegando fogo. Você chega lá embaixo e fica esperando as proximas ordens? Detalhe: que ordens se você acabou de sair de um prédio em chamas?

- Agora que ta o prédio todo reunido. Vamos almoçar?


E pra finalizar:

4) se a idéia é simular um incêndio, por que a gente tem que voltar a trabalhar logo em seguida?

terça-feira, 10 de março de 2009

OS PLANETAS

Uma coisa que sempre quis entender é a expressão “As mulheres são de Vênus, os homens são de Marte”. Quer dizer, a Terra é o quê? Um motelzinho? As pessoas só vem pra cá pra bagunçar e se encontrar. É tipo um postinho de conveniência. Por isso que o mundo tá acabando. Ninguém respeita um motel. Ninguém chega no motel e fala”

- Ô Amor, tá desperdiçando a água da banheira.
- Dane-se a água. Eu não sou daqui. Eu sou de Vênus. Pode acabar, tô nem aí.

Tanto não tamos nem aí que ficamos sempre numa busca incessante pra ir pra outros planetas. Pra mim o astronauta é o ser mais inconformado do universo. Pensa: ele tava na barriga da mãe e depois de 9 meses, pensou:

- Não aguento mais aqui.

Daí nasceu. Passados 18 anos ele tava na casa dos pais e pensou:

- Não aguento mais aqui.

Daí saiu de casa. Com 20 e poucos anos ele olhou pro país e pensou:

- Não aguento mais aqui.

Foi embora. Daí com 30 e poucos ele saiu do PLANETA. E o que ele fez quando chegou lá? Deu 10 passos, colocou uma bandeira e falou:

- Não aguento mais aqui.

E VOLTOU!!! Ele não aguenta ficar em nenhum lugar. Deve ser EMO. Não é possível.

E quem disse que não tem vida inteligente na LUA? Ele só deu 10 passos. É muita má vontade de querer achar algo. Podia ta tendo uma BALADA mais pro sul e o astronauta pousado num terreno baldio pensando:

- Aqui não tem vida inteligente.

Fico imaginando o contrário. Se os alienigenas pousam na Daslu e pensam:

- Aqui não tem vida inteligente.

E outra: ele foi até a LUA. Nada mais de emocionante pode acontecer na vida desse cara.Tanto que sua nova missão é ir até a Marte.

O que prova que, além de tudo, ele é uma grande bichona. Ele sabe que Vênus é cheio de mulher, mas ele faz questão de ir num lugar onde só tem Homem.

Chega lá em Marte e ele não encontra nada. Só poeira e pó. O que prova mais uma vez que os homens é que são de lá. Porque se fosse as mulheres, Marte ia ta impecavel. A mulher passando VEJA e pensando:

- MEU DEUS, ta vindo visita!!!!!!

A maior prova que em Marte nao tem nada pra fazer é q os ets sairam de la pra ir pra Varginha. Nem cogitaram Porto Seguro. Tava ótimo.

Daí eu me pergunto: você vê a LUA com 500 bilhões de km2 pra nada. É quase um Acre. Marte com outros 500 bilhões de km2 pra nada. Qual é a função dos planetas então? Fazer horóscopo?

Quer dizer, DEUS criou 1 trilhão de km2 pra um unico objetivo: pra você saber com que cor de roupa é melhor ir pra balada.